Minuto de pausa
A luz fria vinda timidamente do sol, no inverno, iluminava a mesa de chá, enquanto a jovem servia mais uma dose da bebida negra que aquece e revigora a alma.
Com o olhar perdido, ela leva xícara aos lábios, saboreando o intenso e amargo líquido, que é seu alívio para as cores do momento.
Pois ela está e se sente, presa, naquela grande mansão consumista, descansando, em seus sagrados minutos, antes de se tonar, novamente, parte da engrenagem social que movimento a vida e ilusões dos seres que ali transitam.





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